Atualmente a satisfação do funcionário,
do liderado, está mais ligada ao bom ambiente de trabalho, as
perspectivas de crescimento e ao reconhecimento do que apenas a questão
financeira. Pena que os nossos líderes não estão preparados para isso.
Com a chegada da geração Y, essa remuneração chamada de Salário
Emocional que consiste unicamente em fatores emocionais é o que motivam
os funcionários a permanecer na empresa.
Quem paga esse salário emocional não é o
DP ou o RH da empresa, quem paga é o líder responsável pela qualidade,
pelo desenvolvimento, pelas oportunidades, pelos feedbacks, e por todo
aprendizado e motivação da carreira
das pessoas da sua equipe. Pessoas da sua equipe, não funcionários da sua equipe.
O grande fato é que as pessoas não trocam de emprego, trocam de chefe. A figura do presidente da companhia, em sua grande maioria foca apenas em resultados, não dão valor a esse salário emocional, logo seus diretores não o recebem, e automaticamente não os repassam para o restante da equipe.
das pessoas da sua equipe. Pessoas da sua equipe, não funcionários da sua equipe.
O grande fato é que as pessoas não trocam de emprego, trocam de chefe. A figura do presidente da companhia, em sua grande maioria foca apenas em resultados, não dão valor a esse salário emocional, logo seus diretores não o recebem, e automaticamente não os repassam para o restante da equipe.
Esse comportamento só pode chegar a um resultado: Assédio moral, humilhação, desmotivação etc.
Como pagar esse salário emocional de
forma concreta? Investindo em retenção das pessoas, se preocupando com
as pessoas, criando possibilidades de crescimento pessoal, gerando novos
desafios. Estimulando o líderes a se atualizarem através de programas
de gestão, liderança e coaching para desenvolver esta habilidade.
O principal fator que motiva as pessoas
está diretamente ligado ao progresso da carreira, ao aprendizado e ao
desenvolvimento. O segundo fator motivacional são as atividades, o
trabalho precisa ser desafiador, precisa ser motivador e prazeroso. E o
terceiro, é o trabalho fazer diferença e trazer uma efetiva contribuição
para a companhia e para a carreira (depois leiam: Qual o resultado que importa…). Enquanto a remuneração é o quarto motivo.
Para a companhia oferecer esse salário
emocional é necessário deixar claro as regras como em qualquer outro
plano de carreira, quais os critérios de promoções, o que se espera de
cada profissional, quais as metas para cumprir o planejamento da
companhia. Isso é importante para que não sejam eleitos os preferidos, e
sim que as recompensas sejam entregues por méritos e por entrega de
resultados.
O salário emocional traz como maior
beneficio para a companhia o comprometimento, a qualidade do atendimento
tanto ao cliente quanto ao atendimento aos outros setores.
E para esta gestão seja eficiente, é
fundamental a participação estratégica da área de Recursos Humanos,
propondo alternativas, atuando junto às lideranças, monitorando o clima
organizacional, planejando ações para proporcionar qualidade de vida no
trabalho.
Por isso, podemos dizer que o “salário
emocional” está diretamente relacionado ao clima organizacional e ao
desempenho dos profissionais. O desafio para os gestores é que sua
companhia seja vista como um desafio para seus colaboradores!
Agora fica a grande dica: Para você saber qual é o salário emocional que lhe motiva, você precisa ter um plano, uma ideia
(não, uma certeza) do que você quer para sua carreira. E se livrar logo
dos chefes que não estão atualizados, porque se você ficar perdendo
tempo, você se acomoda e vai começar a aceitar tarefas, trabalhos que
não vão te levar a lugar nenhum no futuro. Muita das vezes nossos
valores, nossos planos, nossos desejos, nosso coração deve ser ouvido
mais do que qualquer contra cheque cheio de desconto entre impostos e
taxas sindicalistas. Aff me desculpem esse último parágrafo foi um
desabafo.






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